1. Devo dar o dízimo do valor bruto ou do valor líquido?
Inegavelmente, esta é a campeã das dúvidas práticas. A pergunta sobre dízimo do bruto ou líquido divide opiniões e causa angústia em muitos trabalhadores. O argumento para o dízimo líquido baseia-se no fato de que os impostos descontados na fonte nunca chegam às mãos do trabalhador. Consequentemente, alguns acreditam que devem dizimar apenas sobre o que realmente cai na conta bancária. Entretanto, ao analisarmos o conceito bíblico de “primícias” (Provérbios 3:9), entendemos que Deus pede a primeira e melhor parte de toda a nossa força produtiva. O salário bruto representa o valor total do seu trabalho. O fato de o governo reter uma parte para impostos é uma obrigação civil, mas não altera o valor real que você produziu. Assim sendo, dar o dízimo do bruto é uma forma de declarar que Deus é o Senhor sobre tudo o que você produz, antes mesmo que o Estado ou qualquer outra instituição receba sua parte. Além disso, a generosidade é um princípio que deve superar a matemática fria. Se a dúvida persistir, a regra do coração deve ser: “eu quero dar o mínimo possível ou honrar o máximo possível?”. Para aprofundar seu entendimento sobre a origem dos 10%, veja onde fala sobre 10% do dízimo na Bíblia.Gostou desta explicação?
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2. O dízimo é obrigatório no Novo Testamento (Tempo da Graça)?
Esta é uma das 5 perguntas difíceis sobre o dízimo mais debatidas teologicamente. Muitos argumentam que o dízimo é uma ordenança da Lei Mosaica e, visto que vivemos sob a Graça, não estaríamos mais sujeitos a essa obrigação. De fato, Cristo nos libertou da maldição da Lei. Contudo, é crucial observar que o dízimo antecede a Lei. Abraão deu o dízimo a Melquisedeque (Gênesis 14) centenas de anos antes de Moisés receber as tábuas da Lei. No Novo Testamento, Jesus valida a prática do dízimo em Mateus 23:23, ao dizer que os fariseus deveriam praticar a justiça e a misericórdia sem omitir o dízimo. Posteriormente, o autor de Hebreus reforça a superioridade do sacerdócio de Cristo, a quem entregamos nossos dízimos espiritualmente. Portanto, embora não seja uma “taxa de salvação”, o dízimo permanece como um princípio de honra e gratidão. A Graça, na verdade, eleva o padrão. Se na Lei a exigência era 10%, na Graça a entrega é total (Romanos 12:1). Por isso, usar a Graça como desculpa para contribuir menos do que na Lei pode revelar um coração avarento. Para entender melhor essa transição, confira o estudo sobre dízimo no Novo Testamento.3. Posso entregar meu dízimo aos pobres ou a missionários em vez da igreja?
Frequentemente, as pessoas se sentem inclinadas a direcionar seus dízimos para causas sociais ou ministérios específicos, especialmente se não concordam com a administração da sua igreja local. Todavia, a Bíblia estabelece o princípio da “Casa do Tesouro” em Malaquias 3. O objetivo do dízimo é que “haja mantimento na minha casa”, ou seja, no local onde o povo é alimentado espiritualmente e congregado. Assim, o dízimo pertence à igreja local para sua manutenção, sustento pastoral e expansão do Reino. Por outro lado, as ofertas são livres e podem — e devem — ser direcionadas aos pobres, missões e outras obras. Redirecionar o dízimo é, em essência, assumir uma autoridade administrativa que não foi delegada ao membro individualmente. Se você deseja apoiar missionários, faça isso com suas ofertas voluntárias, além do dízimo. Isso demonstra um coração amplo e submisso. Veja o que as Escrituras ensinam através de versículos sobre generosidade para inspirar suas doações extras.Líder, elimine o “branco” na hora da oferta
Pare de repetir sempre os mesmos versículos. Tenha um repertório bíblico e profundo.
4. Estou endividado. Devo pagar minhas contas ou dar o dízimo?
Esta situação gera um dilema ético profundo. A Bíblia nos instrui a não dever nada a ninguém (Romanos 13:8), mas também nos instrui a honrar a Deus com as primícias. Estou endividado, devo dar o dízimo? A resposta exige equilíbrio e sabedoria. Primeiramente, deixar de pagar credores pode arruinar seu testemunho cristão perante a sociedade. Deus quer que sejamos íntegros. Entretanto, cortar a fidelidade a Deus para resolver problemas financeiros criados por má gestão humana raramente traz solução. A obediência no dízimo muitas vezes é o começo da organização e da quebra da maldição financeira. A recomendação pastoral sábia geralmente inclui os seguintes passos:- Faça um orçamento de guerra;
- Corte gastos supérfluos;
- Renegocie suas dívidas com credores;
- Mantenha sua fidelidade a Deus, mesmo que em valores ajustados temporariamente enquanto se reergue, sempre com o alvo de voltar à fidelidade plena.
5. O dízimo garante prosperidade e riqueza?
Infelizmente, a teologia da prosperidade distorceu o significado do dízimo, transformando-o em uma espécie de investimento financeiro ou barganha com Deus. A pergunta se o dízimo garante riqueza deve ser respondida com um retumbante “não” no sentido materialista. Deus não é um caixa eletrônico celestial onde depositamos moedas para sacar milagres. Contudo, a Bíblia promete, sim, que a fidelidade traz bênção. Malaquias fala em abrir as janelas do céu e repreender o devorador. Isso pode se manifestar como proteção, saúde, ideias criativas, portas de emprego abertas ou simplesmente a paz que excede o entendimento em meio à crise. A “prosperidade” bíblica é ter o suficiente para toda boa obra, não necessariamente luxo e excesso. Portanto, dizimamos por gratidão e confiança, não por ganância. A verdadeira recompensa é o coração livre do amor ao dinheiro. Para alinhar sua teologia, estude qual a melhor explicação sobre o dízimo e evite cair em extremos.
Considerações Finais sobre a Mordomia
Em suma, responder a estas 5 perguntas difíceis sobre o dízimo exige maturidade espiritual e um desejo genuíno de agradar a Deus. O dinheiro é um excelente servo, mas um péssimo senhor. Quando colocamos Deus no trono das nossas finanças através do dízimo e das ofertas, quebramos o poder de Mamon sobre nossas vidas. Lembre-se sempre de que o Novo Testamento nos chama para uma entrega radical. Jesus elogiou a viúva que deu tudo, mostrando que o valor não está na cifra, mas no sacrifício. Se você é líder e precisa ensinar sobre isso, utilize recursos como versículos para ministrar dízimos e ofertas para edificar a igreja com a Palavra. Além disso, busque compreender a visão apostólica lendo o que Paulo diz sobre dízimos e ofertas, onde a alegria e a voluntariedade são os pilares centrais. E nunca esqueça das palavras do Mestre: veja o que Jesus falou sobre dízimos e ofertas para ter a perspectiva definitiva. Por fim, se você é um líder de louvor ou dirigente, saber conduzir esse momento é vital. Aprenda o que falar na hora do dízimo e oferta para que a congregação oferte com entendimento e adoração. Que o Espírito Santo lhe guie em toda a verdade financeira e espiritual. Para mais inspiração, consulte sempre versículos sobre dízimos e ofertas.📖 Nunca mais fique sem saber o que falar no altar!
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