Perseguidor fanático da igreja, foi surpreendido por Cristo no caminho de Damasco e tornou-se o maior missionário do cristianismo, autor de boa parte do Novo Testamento.
Paulo de Tarso (c. 5–67 d.C.) foi um fariseu que perseguia os cristãos até se converter a caminho de Damasco. Tornou-se o apóstolo dos gentios, fundou igrejas pelo Império Romano e escreveu treze cartas do Novo Testamento.
Nascido em Tarso e formado aos pés de Gamaliel, Saulo era um fariseu zeloso que aprovava a morte de Estêvão e perseguia a igreja. A caminho de Damasco, uma luz do céu o cegou e a voz de Jesus mudou sua vida para sempre.
Convertido e rebatizado como Paulo, dedicou-se a pregar entre os não judeus. Em três grandes viagens missionárias, fundou comunidades cristãs por toda a Ásia Menor e Grécia, enfrentando prisões, açoites e naufrágios.
Suas cartas às igrejas — como Romanos, Coríntios e Gálatas — moldaram a teologia cristã. Preso em Roma, foi, segundo a tradição, martirizado no tempo de Nero, tendo "combatido o bom combate".
Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.
2 Timóteo 4:7Tudo posso naquele que me fortalece.
Filipenses 4:13Fixa a data do procônsul Gálio, diante de quem Paulo foi levado em Corinto (Atos 18), ancorando sua cronologia na história romana.
Inscrição de DelfosO tribunal público de Corinto, escavado, corresponde ao cenário do julgamento de Paulo perante Gálio.
Escavações de CorintoApresentamos apenas achados documentados, com as fontes citadas; interpretações podem variar entre especialistas.
O maior perseguidor virou apóstolo.
O que era lucro, ele considerou perda por Cristo.
Terminou a corrida guardando a fé.
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